Mercado pet deve faturar R$ 40 bilhões em 2020

Via: Segs

O número de pets nos lares mais que dobrou desde a última pesquisa do IBGE.

O número de pets nos lares brasileiros tem crescido ano após ano. Só para se ter uma ideia, numa pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013, revelou que pelo menos 44,3% dos domicílios no Brasil possuíam pelo menos um cachorro, o equivalente a 28,9 milhões de unidades domiciliares. De lá para cá, esse número mais que dobrou segundo o Instituto Pet Brasil (IPB), atualmente são mais de 132 milhões de pets no país. Por trás deles, tutores ansiosos por novidades para agradar seus animaizinhos. O resultado é um mercado aquecido, que deve atingir um faturamento de R$ 40 bilhões em 2020.

Ainda segundo dados divulgados pelo IPB, o mercado pet nacional deverá fechar este ano com um faturamento de R$ 36,2 bilhões. A estimativa representa crescimento de 5,4% sobre o faturamento consolidado de 2018, de R$ 34,4 milhões. A projeção indica aquecimento ainda maior do setor em relação ao ano passado, quando a alta foi de 4,6% sobre 2017.

Além de opções mais tradicionais, como os pet shops e a venda de produtos alimentícios, o mercado se abre também para serviços voltados para um público mais exigente, que não mede esforços para agradar o seu animal de estimação. Essa é a proposta por exemplo da Líder Pets que é uma distribuidora de produtos e acessórios para pet shops, clínicas veterinárias e casas agropecuárias, levando aos seus clientes um novo conceito de distribuição. Com exclusividade em produtos e a produção própria de ração, a Líder está se consolidando no mercado.

Para a consultora de vendas da Líder Pets, Ariadne Guimarães os pets estão cada vez mais presentes nos lares brasileiros e isso tem alavancado o mercado. “O mercado pet vem se consolidando cada vez mais e adquirindo uma grande extensão nos negócios no mundo todo. E para acompanhar este crescimento de forma precisa e satisfatória para ambas as partes, o essencial é oferecer aos nossos clientes uma mistura de produtos diferenciados, com a margem justa, agregada à uma logística bem definida. Somando todos esses fatores à uma equipe habilitada a trabalhar em conjunto, com estratégias claras e objetivas, é possível alcançar com êxito os interesses e o resultado determinado,” afirma.

A jornalista Heloiza Amaral, 41, não abre mão de oferecer os melhores produtos aos seus dois filhotes de maltês. “Gasto cerca de R$ 600 reais por mês, quando não tem nenhum imprevisto de saúde deles. Eles comem carninha de molho que vem em sachês duas vezes ao dia e ração seca à noite. Compro as melhores marcas. Tomam banho e fazem toda higiênica a cada 15 dias. Além disso, gasto com as vacinas e vermífugos. Se eles não adoecem, fazem uma consulta por ano com a veterinária”, disse. O assistente de Relações Públicas, Henrique Wanderley de Souza, 25 anos, também não abre mão de oferecer a melhor ração aos seus dois cachorros, um pastor suíço e uma labradora. “Eu prezo muito pelo bem-estar deles e não abro mão de oferecer ração de qualidade, porque sei vai beneficiá-los e preservar a saúde deles. Em média gasto cerca de R$ 300 reais mensais, só com a ração”, declara.

Fonte: Segs | www.segs.com.br

Postado por: Srd.Dog

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